Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Suíça
Zurique é a maior cidade da Suíça, com cerca de 440 mil habitantes, e fica no centro-norte do país, na ponta noroeste do lago de Zurique, a 408 metros de altitude. O rio Limmat nasce no lago e corta a cidade. Conhecida como centro financeiro e principal porta de entrada aérea do país, Zurique tem um centro antigo compacto, bons museus e, a uns 30 km ao sul, os Alpes.
A melhor época para visitar Zurique
O clima é oceânico temperado, com quatro estações bem definidas: verões mornos e invernos frios. Em janeiro, a média das mínimas é de -1,4 °C, e em julho a média das máximas chega a 24,3 °C. O vento leste, a bise, traz períodos mais frios e secos, e os ventos de oeste costumam trazer chuva. Para passeios de lago e caminhadas, o verão é a melhor aposta. Para excursões aos Alpes, olhe a previsão do dia.
Como chegar a Zurique
O aeroporto de Zurique é o maior da Suíça e da região dos Alpes. A estação central, a Hauptbahnhof, é o ponto de partida da rede ferroviária do país: foi dali que saiu, em 1847, a primeira ferrovia em território suíço. Os transportes urbanos são operados pela Verkehrsbetriebe Zürich, e a maior parte do centro se percorre a pé.
O que fazer em Zurique
O centro histórico se concentra dos dois lados do Limmat, entre a estação e o lago. Comece pelo Grossmünster, a antiga catedral, cuja construção atual começou por volta de 1100 e de onde Ulrico Zuínglio iniciou a Reforma Protestante suíça, em 1519. Do outro lado do rio fica a Fraumünster, fundada em 853 como igreja de uma abadia. A Peterskirche, a igreja de São Pedro, é outra das igrejas históricas do centro.
A Bahnhofstrasse, que sai da estação, concentra as lojas mais caras da cidade. A colina do Lindenhof, no centro antigo, tem vista para o Limmat. Quem quer vista maior pode subir o Uetliberg, a 869 metros, pelo trem Uetlibergbahn.
Entre os museus, o Kunsthaus Zürich tem obras de Munch, Giacometti e Picasso, e o Museu Nacional Suíço conta a história do país. Na Civitatis, o free tour pela cidade, de 1h30, tem nota 4,7 em 38 avaliações, e o tour com passeio de barco e ingresso do Museu Lindt, de 5h15, também tem 4,7, com 30 avaliações.
Zurique também é ponto de partida de excursões de um dia. A excursão ao monte Titlis e a Lucerna, de 9h30, tem nota 4,8 em 70 avaliações, e a excursão a Jungfraujoch, de 12h, tem 4,6 em 39. São dias cheios, em que você passa mais tempo em trem e ônibus do que nas paradas, então escolha no máximo uma por viagem curta. Quem for usar trem em vários dias pode avaliar o Swiss Travel Pass, que aparece na Civitatis com nota 4,7 em 59 avaliações.
Onde se hospedar
O centro, dos dois lados do Limmat, é o mais prático para quem chega de trem e quer andar a pé. O bairro de Seefeld, na margem leste do lago, fica junto ao lago. Zurique é uma das cidades mais caras do mundo, e a diária acompanha. Quem faz contas pode ficar fora do centro e usar o transporte público.
Dicas práticas antes de ir
Reserve o dia de excursão com antecedência e deixe o dia da chegada livre. Leve casaco mesmo no verão se for subir à montanha. No centro, quase tudo fica a pé, e o trem é a forma mais simples de ir a outras cidades do país.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda como base de dois ou três dias, principalmente para quem combina a cidade com os Alpes. O centro é bonito, mas pequeno, e quem procura monumentos em toda esquina vai preferir outras cidades europeias. Zurique vale mais pela organização, pelo lago e pela facilidade de chegar à montanha.























