Quem SomosFAQEditorial
Falcone, Itália: vista do destino

O que fazer em Falcone

ItáliaAtualizado em 2 de outubro de 20262 min de leitura

Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Itália

Falcone é um município pequeno da província de Messina, na Sicília, com cerca de 2.800 moradores. Fica na costa do mar Tirreno, entre o cabo Tindari e o promontório de Milazzo, e tem ao fundo, ao sul, a Rocca di Novara, no limite entre os montes Nebrodi e Peloritani. A parte de baixo é plana, e a de cima é de colinas, dominadas pelo monte Giglione. No brasão da cidade aparece um falcão pousado numa âncora.

Melhor época para visitar Falcone

O calendário de festas dá uma boa ideia de quando a cidade está mais viva:

  • 24 de junho, a festa de São João Batista, padroeiro do município;
  • 26 de julho, a festa de Sant'Anna, na fração de mesmo nome;
  • primeiro domingo de agosto, a festa da Imaculada, na fração de Belvedere;
  • última quinta-feira de outubro, a feira de gado, seguida no domingo pela festa do padroeiro;
  • 8 de dezembro, outra festa da Imaculada Conceição, em Belvedere.

No Corpus Domini, uma associação local monta a infiorata, o tapete de flores nas ruas, e em Belvedere há também um presépio vivo.

Como chegar a Falcone

A cidade tem saída própria na autoestrada A20, entre Messina e Palermo. O centro se estende de leste a oeste ao longo da SS 113, e a estação de trem, na praça Stazione, fica na linha Palermo-Messina. Ônibus regionais das empresas AST e Magistro fazem as ligações entre cidades da região.

O que fazer em Falcone

Falcone tem uma orla ampla, com vista para as ilhas Eólias, e a economia vive sobretudo da agricultura, com vinho e azeite nas colinas e viveiros de flores e plantas na planície. A pesca ainda existe, mas hoje é modesta, como no resto da Sicília.

O patrimônio da cidade é discreto. Na fração de Belvedere, antigamente chamada Casino, ainda se veem os restos das muralhas e do poço de uma fortaleza dos anos 1038 a 1043, que mais tarde serviu de prisão do castelo de Oliveri. A igreja matriz, de São João Batista, é de 1906, e há ainda a igreja da Imaculada Conceição, de 1850, em Belvedere, e a pequena igreja de Sant'Antonio. Na contrada de Giglione foi encontrada uma necrópole pré-histórica do terceiro milênio a.C., o que mostra que o lugar é habitado há muito tempo.

A cidade também serve de base para os arredores. Dá para ir de Falcone às ruínas de Tindari, aos Laghetti di Marinello, ao Parque dos Nebrodi e às ruínas de Abacano. Supõe-se que Falcone, como Oliveri, tenha sido fundada depois da destruição de Tindari.

Onde se hospedar

O centro urbano é a parte plana, junto à SS 113, e as frações de Sant'Anna e Belvedere ficam mais ao sul e a oeste. Falcone é pequena, então vale conferir antes de viajar o que há no município e nas cidades vizinhas.

Livros

Guias de viagem da Itália em livro

Para planejar no papel ou levar na mala, a Amazon tem guias de viagem da Itália, país onde fica Falcone. Para treinar algumas frases antes de embarcar, há também guias de conversação em italiano.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Falcone

Qual é a melhor época para visitar Falcone?

O calendário de festas dá uma boa ideia de quando a cidade está mais viva: 24 de junho, a festa de São João Batista, padroeiro do município; 26 de julho, a festa de Sant'Anna, na fração de mesmo nome; primeiro domingo de agosto, a festa da Imaculada, na fração de Belvedere; última quinta-feira de outubro, a feira de…

Como chegar a Falcone?

A cidade tem saída própria na autoestrada A20, entre Messina e Palermo. O centro se estende de leste a oeste ao longo da SS 113, e a estação de trem, na praça Stazione, fica na linha Palermo-Messina. Ônibus regionais das empresas AST e Magistro fazem as ligações entre cidades da região.

Onde se hospedar em Falcone?

O centro urbano é a parte plana, junto à SS 113, e as frações de Sant'Anna e Belvedere ficam mais ao sul e a oeste. Falcone é pequena, então vale conferir antes de viajar o que há no município e nas cidades vizinhas.

O que fazer em Falcone?

Falcone tem uma orla ampla, com vista para as ilhas Eólias, e a economia vive sobretudo da agricultura, com vinho e azeite nas colinas e viveiros de flores e plantas na planície. A pesca ainda existe, mas hoje é modesta, como no resto da Sicília. O patrimônio da cidade é discreto.