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Jumilla, Espanha — vista do destino

O que fazer em Jumilla

EspanhaAtualizado em 2 de outubro de 20263 min de leitura
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Atividades e passeios em Jumilla

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Nota e número de avaliações como aparecem na página de cada passeio na Civitatis

Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Espanha

Jumilla fica no norte da região de Múrcia, na comarca do Altiplano, a uma altitude média de 600 metros. É uma cidade do interior, com cerca de 27 mil habitantes, dentro de um município de 972 km² que está entre os maiores da Espanha. Quem vai encontra vinhedos, serras baixas e um centro histórico protegido, e na mesa uma cozinha que mistura Múrcia, Albacete e Alicante.

Melhor época para visitar Jumilla

Agosto é o mês da festa do vinho, em honra de Nossa Senhora de Agosto. Ela tem o título de festa de interesse turístico nacional e costuma cair na segunda ou terceira semana do mês. A festa de mouros e cristãos também é em agosto. A outra data forte é a Semana Santa, com procissões pelas ruas e a empanada de batata que as famílias oferecem a quem passa. Na Quinta-feira Santa se prepara o trigoentero, um prato de trigo moído que só aparece nesse dia. A gachamiga, feita com farinha, azeite e alho, é comida de inverno, bem calórica.

Como chegar a Jumilla

De carro, a autovia A-33 é a principal estrada do município, com a N-344 como apoio. A cidade tem rodoviária, com linhas regionais e de longa distância, e fica perto de Yecla e de Cieza, duas cidades vizinhas.

O que fazer em Jumilla

O centro histórico foi declarado conjunto histórico-artístico, e a caminhada começa pelo alto.

  • O castelo, do século XV, ocupa o cerro onde nasceu a cidade, sobre os restos de uma fortaleza árabe. Antes dos árabes, o morro já tinha sido habitado por povos da Idade do Bronze, íberos e romanos.
  • A igreja de Santiago, construída entre os séculos XV e XVIII, foi a primeira da diocese de Cartagena com grande cúpula sobre o cruzeiro. É monumento nacional desde 1931, assim como El Casón, um mausoléu romano tardio na saída da cidade.
  • O Palácio del Concejo, de 1558, é um dos poucos exemplos de arquitetura civil renascentista bem conservados em Múrcia e abriga o museu de arqueologia. Na rua del Rico, a Casa Honda e a casa solarenga Pérez de los Cobos mostram o mesmo estilo.
  • O Teatro Vico, de 1883, e o Museu do Vinho Juan Carcelén completam a volta pelo centro.

O vinho tem papel central. A região tem denominação de origem e a uva Monastrell domina os tintos. A visita às adegas Silvano García dura cerca de uma hora e meia e encaixa bem no roteiro. Para provar a comida local, peça o gazpacho jumilhano, que não tem nada a ver com a sopa fria andaluza: leva torta de massa folhada sem fermento, carne de caça e caracóis da serra, e costuma ser servido com tinto da terra.

Fora da cidade, o município tem várias serras. A do Carche chega a 1.372 metros no pico da Madama, e a de Santa Ana abriga um convento franciscano com museu. No noroeste ficam as Minas da Celia, de interesse geológico por causa da jumillita, rocha vulcânica que só aparece no sudeste espanhol.

Onde se hospedar em Jumilla

O mais cômodo é ficar perto do centro histórico, onde estão o castelo, as igrejas e o palácio. As serras, as minas e as adegas ficam espalhadas por um território grande, então um carro ajuda a juntar tudo em dois ou três dias.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Jumilla

Qual é a melhor época para visitar Jumilla?

Agosto é o mês da festa do vinho, em honra de Nossa Senhora de Agosto. Ela tem o título de festa de interesse turístico nacional e costuma cair na segunda ou terceira semana do mês. A festa de mouros e cristãos também é em agosto.

Como chegar a Jumilla?

De carro, a autovia A-33 é a principal estrada do município, com a N-344 como apoio. A cidade tem rodoviária, com linhas regionais e de longa distância, e fica perto de Yecla e de Cieza, duas cidades vizinhas.

Onde se hospedar em Jumilla?

O mais cômodo é ficar perto do centro histórico, onde estão o castelo, as igrejas e o palácio. As serras, as minas e as adegas ficam espalhadas por um território grande, então um carro ajuda a juntar tudo em dois ou três dias.

O que fazer em Jumilla?

O centro histórico foi declarado conjunto histórico-artístico, e a caminhada começa pelo alto. O castelo, do século XV, ocupa o cerro onde nasceu a cidade, sobre os restos de uma fortaleza árabe. Antes dos árabes, o morro já tinha sido habitado por povos da Idade do Bronze, íberos e romanos.

Quanto custam os passeios em Jumilla?

Há atividades a partir de € 12, com opções para diferentes orçamentos.