As Ilhas Cook são um país de 15 ilhas espalhadas pelo Pacífico Sul, a cerca de 2.700 km a nordeste da Nova Zelândia, entre a Samoa Americana e a Polinésia Francesa. A terra firme soma só uns 240 km². O país é autônomo, em livre associação com a Nova Zelândia, e os moradores têm cidadania neozelandesa. A capital, Avarua, fica em Rarotonga, a maior ilha, com 67 km². Quase tudo que um viajante faz por aqui acontece em Rarotonga.
A melhor época para visitar as Ilhas Cook
O clima é de moderado a tropical. O principal ponto de atenção são os ciclones tropicais, que passam pelo arquipélago em parte do ano. Antes de fechar datas, olhe a previsão do período. Rarotonga também passa por secas fortes, em média a cada cinco anos.
Como chegar às Ilhas Cook
O Aeroporto Internacional de Rarotonga é o único que recebe voos internacionais, e por isso é a porta de entrada do país. Outras ilhas têm oito aeroportos pequenos, com voos locais ou fretados, e só Rarotonga e Aitutaki têm pista asfaltada. Do Brasil, a viagem exige conexões e muitas horas. Planeje o trecho interno desde o início.
O que fazer nas Ilhas Cook
O arquipélago se divide em dois grupos. O sul tem oito ilhas vulcânicas, mais altas e férteis, com 211 km². O norte tem seis atóis de coral, baixos e áridos, com 25 km². Os roteiros de turismo se concentram no grupo sul.
- Fazer o tour por Rarotonga, de 2 horas e meia, para entender a ilha antes de escolher aonde voltar.
- Reservar o jantar tradicional em Rarotonga, de 4 horas e meia.
- Conhecer Aitutaki, a outra ilha com pista asfaltada, que já era parada de baleeiros no século 19 para buscar água e comida.
Cerca de 81% da população é de origem polinésia. Falam-se inglês e maori das Ilhas Cook, e a maioria dos moradores é cristã protestante.
Onde se hospedar
Rarotonga concentra a população (10.863 moradores em 2021, de um total de 14.987) e é onde ficam o aeroporto internacional e a capital. O turismo responde por cerca de 67% do PIB do país. Para quem tem poucos dias, vale escolher uma base só em Rarotonga e fazer saídas curtas.
Dicas práticas antes de ir
- Somente Rarotonga recebe voo internacional. Qualquer outra ilha exige conexão interna.
- Os atóis do norte são baixos e áridos, sem a vegetação do grupo sul.
- O país fica muito longe de tudo. Leve seguro viagem.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda, mas com ressalvas. É um destino para quem aceita distância, tem tempo e quer praia de ilha sem multidão. Para roteiro curto ou orçamento apertado, não faz sentido. O ideal é combinar com a Nova Zelândia, de onde o voo é bem mais curto.



