Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Grécia
Sami fica na costa leste da ilha de Cefalônia, no mar Jônico, na Grécia, no fundo de uma baía que forma um porto protegido, de frente para Ítaca. A cidade está a 24 km de Argostoli, a capital da ilha, e tem pouco mais de mil habitantes, mas é sede de um município de mais de cinco mil, com as unidades de Sami, Erisos e Pylaros. É um porto importante, com ligações para Patras e para Ítaca, e um centro de turismo.
A história é antiga. No sítio do povoado atual há vestígios de ocupação desde o período Heládico Inicial, e no morro de Krani, em Agios Theodoros, restos de um assentamento micênico. A antiga Sami foi uma das quatro cidades-Estado de Cefalônia, ao lado de Krani, Pronnoi e Pale, controlava a parte leste da ilha e cunhava a própria moeda.
Melhor época para ir
O clima de Cefalônia é mediterrâneo, de verão quente. Os verões são quentes e ensolarados, com máximas perto de 30 °C e mínimas em torno de 21 °C, e quase não chove. Os invernos são amenos e chuvosos, com máximas de 14 a 15 °C, mínimas de 8 a 9 °C e chuvas que chegam a 156 mm por mês. Nos meses de verão, quando quase não chove, o mar e os passeios de barco ficam mais previsíveis.
Como chegar
O porto de Sami recebe barcos de Patras e de Ítaca. Por terra, a estrada nacional EO50 liga Argostoli a Sami, a 24 km. A ilha tem um único aeroporto, o de Cefalônia, a cerca de 10 km ao sul de Argostoli, que recebe voos de Atenas e, no verão, voos fretados de várias partes da Europa.
O que fazer em Sami
- Gruta de Melissani: fica a oeste da cidade e é uma das principais atrações turísticas da região. É possível fazer passeio de barco no lago dentro da gruta.
- Gruta de Drogarati: outra gruta natural da ilha, citada, ao lado de Melissani, entre os pontos naturais importantes de Cefalônia.
- Praia de Antisamos: serviu de cenário, junto com Sami e Argostoli, para o filme O Mandolim do Capitão Corelli, de 2001.
- Ruínas da antiga Sami: nas duas colinas a leste da cidade moderna ficavam a acrópole fortificada e a cidade clássica, construída em grandes quadras. As muralhas sobrevivem e são um exemplo de fortificações dos períodos clássico e helenístico.
- Período romano e o Rakospito: os romanos conquistaram Sami após um cerco em 188 a.C., e a cidade voltou a prosperar, com banhos, obras públicas e casas luxuosas com mosaicos. Da época sobrevive o Rakospito, que provavelmente era um balneário.
- Museu Náutico de Sami: dedicado à história marítima da cidade.
Sami foi abandonada por causa dos ataques de piratas, nos séculos V e VI, e de terremotos. A faixa de costa foi ocupada de novo no século XVIII, e a localidade ganhou o nome atual, Sami, em 1915.
Onde se hospedar
A cidade é pequena e fica junto ao porto, o que facilita a chegada de quem vem de barco. Perto estão Grizata, Karavomylos, Poulata, Pyrgi (também chamada Digaleto) e Chaliotata, que fazem parte da mesma unidade municipal. A gruta de Melissani fica a oeste do povoado.













