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Sepúlveda, Espanha — vista do destino

O que fazer em Sepúlveda

EspanhaAtualizado em 2 de outubro de 20263 min de leitura

Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Espanha

Sepúlveda é uma vila de menos de mil habitantes no nordeste da província de Segóvia, em Castela e Leão, na beira do parque natural das Hoces del Río Duratón, os desfiladeiros do rio. Foi declarada conjunto histórico-artístico em 1951 e entrou em 2016 na rede dos povoados mais bonitos da Espanha. A fama vem do centro histórico e de um acervo de igrejas românicas que sobrevivem de um passado medieval importante: aqui nasceu o foral de Sepúlveda, confirmado por Afonso VI em 1076 e depois estendido a outras cidades, como Zaragoza e Teruel.

Melhor época para ir

O calendário das festas é longo e vale escolher uma delas. No terceiro domingo de julho, a Fiesta de los Fueros enfeita as ruas com estandartes e mercado medieval, e à noite a vila é iluminada com tochas. Em 23 de agosto, véspera de San Bartolomé, as luzes se apagam e seis rapazes fantasiados de Diablillos descem a escadaria da igreja de San Bartolomé, dando vassouradas na multidão. No último fim de semana de agosto vêm as Fiestas de los Toros, com encierros, inclusive os infantis, tidos como os mais antigos da Espanha. E em 29 de setembro, dia de San Miguel, celebra-se a Virgen de la Peña, padroeira da comunidade de Sepúlveda.

Como chegar

Sepúlveda fica a 55 km de Segóvia, a 119 km de Madri pela A-1, a 115 km de Valladolid e a 137 km de Burgos. O carro é o meio mais prático para o roteiro, especialmente se a ideia é visitar também o desfiladeiro.

O que fazer em Sepúlveda

Comece pela plaza Mayor e pelo castelo de Fernán González, uma fortaleza romana que virou alcáçova árabe e foi reconstruída na época do conde. Na mesma praça fica a antiga prisão, de três andares, hoje museu didático sobre a vida nas cadeias e sede da oficina de turismo. A Casa de los Proaño, a "Casa del Moro", tem fachada plateresca com uma cabeça de mouro sobre um alfanje, que lembra a lenda da tomada da vila pelo conde.

  • Igreja de El Salvador. No ponto mais alto da vila, começou a ser construída em 1093 e é a mais antiga da província de Segóvia. Todo terceiro domingo do mês há a Missa de Minerva, de origem medieval.
  • Igreja de San Justo. Românica, dos séculos XII e XIII, abriga o Museo de los Fueros. É a única igreja românica de Sepúlveda com três naves.
  • Igreja da Virgen de la Peña. Do século XII, tem abside semicircular com decoração em xadrez e a imagem românica da Virgem. Fica sobre um dos desfiladeiros do rio Duratón.
  • Igreja de Santiago. Hoje é a casa do parque das Hoces del Río Duratón, tem uma abside de estilo moçárabe e uma cripta com túmulos do século X.

As Hoces del Río Duratón completam a viagem: o parque natural está ao lado da vila e o centro de interpretação funciona dentro dela. Na mesa, o cordeiro lechal assado em forno de lenha é um prato de longa tradição na vila, ao lado da sopa castelhana e do bacalhau, e entre os doces aparecem o ponche segoviano e os bollos da terra.

Onde se hospedar

O conjunto histórico concentra a praça, o castelo e as igrejas, então ficar na própria vila é o jeito de ter tudo por perto. Segóvia, a 55 km, é a alternativa para quem prefere uma base maior.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Sepúlveda

Qual é a melhor época para visitar Sepúlveda?

O calendário das festas é longo e vale escolher uma delas. No terceiro domingo de julho, a Fiesta de los Fueros enfeita as ruas com estandartes e mercado medieval, e à noite a vila é iluminada com tochas.

Como chegar a Sepúlveda?

Sepúlveda fica a 55 km de Segóvia, a 119 km de Madri pela A-1, a 115 km de Valladolid e a 137 km de Burgos. O carro é o meio mais prático para o roteiro, especialmente se a ideia é visitar também o desfiladeiro.

Onde se hospedar em Sepúlveda?

O conjunto histórico concentra a praça, o castelo e as igrejas, então ficar na própria vila é o jeito de ter tudo por perto. Segóvia, a 55 km, é a alternativa para quem prefere uma base maior.

O que fazer em Sepúlveda?

Comece pela plaza Mayor e pelo castelo de Fernán González, uma fortaleza romana que virou alcáçova árabe e foi reconstruída na época do conde. Na mesma praça fica a antiga prisão, de três andares, hoje museu didático sobre a vida nas cadeias e sede da oficina de turismo.