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O que fazer em Honduras

6 cidades e regiões para explorar

Honduras fica na América Central, entre a Guatemala, El Salvador e a Nicarágua, com 650 km de costa no mar do Caribe e 95 km no oceano Pacífico, no golfo de Fonseca. A capital é Tegucigalpa, e o país tem 112.492 km² e cerca de 9 milhões de habitantes. É o país mais montanhoso da América Central, com serras que chegam a 2.700 metros no Cerro Las Minas. O território reúne planícies ao norte, terras baixas ao sul e montanhas no interior. Foi morada de vários povos indígenas, entre eles os maias, e Cristóvão Colombo desembarcou ali perto de Trujillo, nas Ilhas da Baía.

Melhor época para ir a Honduras

O clima é tropical nas terras baixas e temperado nas montanhas, e a costa do Pacífico é mais seca que a do Caribe. A temperatura média fica acima de 18 °C o ano todo. A estação chuvosa vai de maio a novembro e a seca, de dezembro a abril. Entre dezembro e março chegam muitos visitantes da América do Norte e da Europa, que fogem do inverno. Quem vem da América do Sul também viaja de junho a setembro, que é o inverno de lá.

Como chegar

O país tem 112 aeroportos, a maior parte com pista sem asfalto, e seis portos. O turismo de cruzeiro pesa muito: em 2019 Honduras recebeu 2,8 milhões de estrangeiros, e metade eram passageiros de cruzeiro. Dentro do país, 13.603 km de estradas, entre elas um trecho da Rodovia Pan-Americana, ligam as cidades.

O que fazer em Honduras

Os atrativos vão da arqueologia à vida marinha. Copán é uma cidade maia construída e ocupada no auge da cultura maia, governada por uma dinastia de 16 reis. Seus templos, altares e estelas esculpidas em alto e baixo relevo e o campo do jogo de bola fazem dela um dos sítios mais visitados do país.

  • Ilhas da Baía e Cayos Cochinos, com recifes de coral famosos, e as praias de Roatán.
  • Rio Cangrejal, em La Ceiba, o ponto mais conhecido de Honduras para rafting.
  • Reserva da Biosfera do Rio Plátano, num país com cerca de 8.000 espécies de plantas e mais de 700 de aves.
  • Comayagua, antiga capital, com a catedral e a Caxa Real, e a Fortaleza de San Fernando, em Omoa.
  • O lago Yojoa e as cidades litorâneas de Tela, La Ceiba, Omoa e Trujillo.

A música e a dança dos garífunas, no litoral do Caribe, viraram símbolo da identidade hondurenha, e os tapetes de serragem da Semana Santa são uma tradição de herança espanhola. A cozinha mistura influências lenca, espanhola, caribenha e africana, com coco e leite de coco em pratos doces e salgados. Entre as especialidades estão peixe frito, tamales e carne assada, além de sopas de feijão, de frutos do mar e de mondongo, servidas com banana, mandioca e repolho.

Entre os passeios com guia, há o rafting no rio Cangrejal, de 5h30, a excursão a Cayos Cochinos, de 8h, e o snorkel em West Bay com avistamento de golfinhos, de 2h.

Onde se hospedar

A hospedagem acompanha o roteiro. Quem quer ruínas fica perto de Copán, quem busca mar e recife fica nas Ilhas da Baía ou no litoral de La Ceiba e Tela, e quem quer história colonial pode se instalar em Comayagua ou em Tegucigalpa, a capital, que concentra o antigo palácio presidencial, a basílica de Suyapa e a catedral.

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