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Destaques em Moçambique

Moçambique fica no sudeste da África, banhado pelo Oceano Índico a leste, e faz fronteira com Tanzânia, Maláui, Zâmbia, Zimbábue, Essuatíni e África do Sul. A capital e maior cidade é Maputo, que se chamava Lourenço Marques no período português. O país tem cerca de 30 milhões de habitantes. A única língua oficial é o português, falado principalmente como segunda língua por cerca de metade da população, e as línguas nativas mais comuns são macua, tsonga, ndau, chuabo e sena.

A costa tem 2.700 km, uma das maiores da África. O resto é savana, planalto e montanha.

A melhor época para visitar Moçambique

O clima é tropical e úmido, influenciado pelas monções do Índico. A estação seca vai de maio a setembro, e a das chuvas, de outubro a abril. Em Maputo, a média varia de 13 a 24 °C em julho até 22 a 31 °C em fevereiro. O país enfrenta ciclones tropicais e inundações, como as de 2000, as piores em 50 anos. Para safári e praia sem chuva, a estação seca é a mais confortável. A chuva é mais forte no norte, nas terras altas da fronteira com Zimbábue e Maláui e na costa entre Maputo e Beira.

Como chegar a Moçambique

Há um aeroporto internacional em Maputo, mais 21 aeroportos pavimentados e mais de 100 pistas de pouso não pavimentadas. O país tem ainda grandes portos, como Nacala, Beira e Maputo, e ferrovias que ligam as principais cidades ao Maláui, ao Zimbábue e à África do Sul. Do Brasil, consulte as companhias e conte com conexão. Dentro do país, a rede tem mais de 30 mil km de estradas, mas boa parte sem pavimento. A direção é pela esquerda, detalhe curioso para um país lusófono.

O que fazer em Moçambique

  • Visitar o Parque Nacional da Gorongosa, na província de Sofala, com 3.770 km² e fauna que inclui elefantes. É um dos principais atrativos do país.
  • Ir à reserva natural de Bazaruto, onde se avistam recifes de coral, golfinhos, tartarugas marinhas e dugongos.
  • Conhecer a ilha de Moçambique, a primeira capital da colônia, que deu nome ao país.
  • Explorar as praias da costa e os recifes de coral do norte do Zambeze.

Na Civitatis, o que aparece está ligado a Maputo: uma oficina de artesanato (nota 4,8 em 4 avaliações), um safári privado pela Reserva Especial de Maputo e um safári privado pelo Parque Nacional Kruger, este já na África do Sul. Os safáris são caros e privados, então compare com operadoras locais.

Onde se hospedar

Maputo, a capital, concentra a maior oferta e é a base natural para quem chega de avião. Gorongosa (Sofala) e Bazaruto ficam longe da capital, então escolha a região antes do hotel: os deslocamentos são longos.

Gastronomia

Depois de quase 500 anos de colonização, os portugueses deixaram marca forte na cozinha: mandioca e castanha de caju, que vêm do Brasil, pãozinho, temperos como alho, coentro, louro e piri-piri, e pratos como o prego, o rissole e o frango inteiro com piri-piri, um clássico local.

Dicas práticas antes de ir

  • Cheque vacinas e regras de entrada para brasileiros com antecedência.
  • Não conte com estradas asfaltadas fora das cidades principais.
  • Lembre que dirigem pela esquerda, se alugar carro.
  • Evite a estação chuvosa, de outubro a abril, para viagens longas por terra.

O Visite o Mundo recomenda?

Recomenda para viajante experiente, que gosta de praia pouco explorada e de fauna. A língua facilita a vida, mas a logística não: distâncias grandes, estradas em parte sem pavimento, e a ONU classifica o país entre os menos desenvolvidos do mundo. Quem quer conforto pronto vai achar pouco.

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