O Grão-Ducado de Luxemburgo é um país pequeno e sem litoral, na Europa Ocidental, encaixado entre Bélgica, Alemanha e França. Mede 82 km de comprimento por 57 km de largura, tem mais de 640 mil habitantes e três línguas administrativas: luxemburguês, francês e alemão. A capital, também chamada Luxemburgo, nasceu em 963 em torno de um forte sobre a rocha Bock, e suas fortificações e bairros históricos valeram à cidade o título de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1994.
Melhor época para ir a Luxemburgo
O clima é oceânico, com verões quentes, invernos frescos e muita chuva, principalmente no fim do verão. Isso pede casaco leve e guarda-chuva em qualquer estação. Para trilhas no norte, a região das Ardenas, e passeios de bicicleta, os meses mais quentes são os mais confortáveis. Em dezembro, há um tour gastronômico pelos mercados de Natal da capital.
Como chegar a Luxemburgo
O país tem aeroporto na capital, cujo terminal de passageiros foi inaugurado em 2008. Há também um trem de alta velocidade que liga Luxemburgo a Paris, e as autoestradas, que somam 165 km, ligam a capital aos países vizinhos. Dentro do país, desde 29 de fevereiro de 2020 os ônibus, os trens e o bonde são gratuitos, com exceção da primeira classe. O bonde da capital voltou a circular em dezembro de 2017.
O que fazer em Luxemburgo
O ponto de partida natural é a capital, que concentra a maior parte dos museus: o Museu Nacional de História e Arte, o Museu de História da Cidade de Luxemburgo e o Mudam, de arte moderna. Para entender a cidade, o free tour por Luxemburgo, de 2 horas, é uma entrada fácil, e há ainda o tour panorâmico, de 50 minutos, e o passeio de bicicleta elétrica, de 3 horas.
Fora da capital, o país tem duas paisagens bem diferentes. O terço norte, chamado Oesling, faz parte das Ardenas, com colinas e montanhas baixas, pouca gente (só Wiltz passa de 4 mil habitantes) e o ponto mais alto do país, o Kneiff, de 560 metros. Os dois terços do sul, o Gutland, são mais povoados e reúnem a capital, a Pequena Suíça, de terreno escarpado e florestas densas, e o vale do Mosela, a parte mais baixa.
- Echternach: a abadia da cidade foi fundada em 698 pelo missionário Vilibrordo.
- Clervaux: abriga em caráter permanente a exposição The Family of Man, do fotógrafo Edward Steichen.
- Diekirch: o Museu Nacional de História Militar é conhecido pelas cenas da Batalha das Ardenas.
Quem prefere sair com guia tem a excursão de 8 horas que passa por Beaufort, Vianden, Echternach e pela cascata de Schiessentümpel, e a de 6 horas a Trier, na Alemanha.
O que comer
A cozinha mistura influências francesas e alemãs. A bouneschlupp é uma sopa de vagem com batata, cebola e toucinho. O judd mat gaardenbounen leva carne de porco defumada com fava, e o kniddelen mat speck é massa com molho de toucinho. Para beber, há cervejas, vinhos brancos e espumantes, e a Diekirch, uma lager, é a cerveja mais conhecida.
Onde se hospedar em Luxemburgo
Com o país tão pequeno e o transporte público de graça, a capital funciona bem como base: dali se chega aos museus a pé e às cidades do interior de trem ou ônibus.









