Limassol (Lemesos, em grego) é uma cidade na costa sul de Chipre e o município mais populoso da ilha, com cerca de 108 mil habitantes. É a segunda maior área urbana do país, depois de Nicósia, e capital do distrito de Limassol. Foi construída entre duas cidades gregas antigas, Amatunte e Kourion, e o centro histórico se organiza em volta do castelo medieval e do Porto Velho. É uma cidade de mar, marina e prédios novos, onde a história dos cruzados convive com um litoral em obras.
A melhor época para visitar Limassol
O verão dura cerca de seis meses, de maio a outubro, com sol todos os dias e chuva rara. Em junho e setembro as temperaturas ficam entre 19 °C e 30 °C, e em julho e agosto chegam aos 40 °C. De dezembro a março o tempo é instável, com chuva e vento, e a média de chuva é de cerca de 410 mm por ano. Primavera e começo do outono são amenos, com sol quase sempre. Para ver monumentos sem sofrer, maio, junho e setembro funcionam bem. Quem vai em outubro pode pegar o Festival do Vinho, no começo do mês.
Como chegar a Limassol
A cidade não tem aeroporto próprio. Os mais próximos são o de Larnaca, a cerca de 60 km a nordeste, e o de Paphos, a cerca de 50 km a noroeste. Ônibus ligam os dois à cidade, e o Limassol Airport Express sai da estação de Chavouzas. Limassol tem o maior porto da ilha, que recebe quase todo o tráfego de passageiros por barco. Na cidade, a EMEL opera a rede de ônibus.
O que fazer em Limassol
O Castelo de Limassol foi construído pelos bizantinos por volta do ano 1000. Acredita-se que Ricardo Coração de Leão tenha se casado com Berengária de Navarra ali, em 1191. Serviu de prisão de 1790 a 1940 e hoje é um museu medieval. Perto fica o Porto Velho, onde hoje há uma marina para mil embarcações.
O Molos é um parque à beira-mar de 1 km, com píeres onde se pratica pesca e caiaque, e um parque de esculturas. Os Jardins Públicos, na estrada da orla, têm zoológico e um teatro ao ar livre. O Museu do Folclore, instalado numa casa histórica, tem mais de 500 peças. O Museu Arqueológico guarda achados do distrito, do Neolítico ao período romano.
Fora da cidade, o castelo de Kolossi fica a cerca de 11 km a oeste. Foi erguido no século XIII pelos Hospitalários e reconstruído em 1454, e tem relação com a produção de açúcar e com o vinho Commandaria. Em Kourion, o teatro greco-romano do século II a.C. foi restaurado e ainda recebe espetáculos ao ar livre, com vista para o mar. Entre as atividades reservadas na cidade está o Ingresso do Paradox Museum de Limassol, de 1 hora.
Onde se hospedar
A área do Molos e do Porto Velho é a mais prática para andar a pé entre castelo, parque e museus. A cidade se estende pela costa até Amatunte, com hotéis e apartamentos ao longo da orla. Quem quer mais sossego pode olhar os bairros mais afastados do centro.
Dicas práticas antes de ir
- Evite caminhadas longas em julho e agosto, quando as máximas chegam a 40 °C.
- Entre dezembro e março leve casaco e guarda-chuva.
- Sem carro, use os ônibus da EMEL e o Airport Express.
- Kourion e Kolossi ficam fora do centro, então reserve uma manhã para cada.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda, principalmente como base no sul de Chipre. O centro histórico é pequeno, e Limassol ganha pontos pelo mar, pelo Molos e pela proximidade de Kourion e Kolossi. É uma cidade mais moderna que antiga, mas resolve bem transporte e passeio. Três dias bastam.







