Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Alemanha
Koblenz fica no estado da Renânia-Palatinado, no oeste da Alemanha, no ponto em que o rio Mosela desemboca no Reno, o chamado Deutsches Eck, o Canto Alemão. Tem cerca de 113 mil habitantes, a terceira maior cidade do estado, e é uma das mais antigas do país: comemorou 2.000 anos em 1992. O nome vem do castelo romano Confluentes, "os que confluem". O centro é a porta norte do Alto Vale do Médio Reno, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2002. Ela não tem litoral, mas tem dois rios e uma fortaleza no alto.
É uma cidade de passagem para quem faz o Reno de trem ou de barco, e funciona bem como base de um ou dois dias.
A melhor época para visitar Koblenz
O clima é moderado e úmido o ano inteiro: média anual de 10,8 °C e 674 mm de chuva. A média de janeiro é de 2,7 °C e a de julho, de 19,5 °C, e o recorde de calor é de 39,4 °C, em agosto de 2003. Como a cidade fica num vale cercado por Eifel, Hunsrück e Westerwald, forma-se um clima de caldeirão: abafado no verão e com nevoeiros frequentes no outono e no inverno. O calendário define a viagem. Em junho há a festa da Imperatriz Augusta, no Dia do Patrimônio Mundial. A segunda semana de agosto tem a Koblenzer Sommerfest com o Rhein in Flammen, e em setembro a Lange Nacht der Museen. Entre novembro e dezembro, o mercado de Natal.
Como chegar a Koblenz
O aeroporto mais próximo é Hahn, a cerca de 69 km ao sul, e o de Frankfurt fica a 113 km. A cidade tem estação central, a Hauptbahnhof, na Südliche Vorstadt, e as rodovias A 61 e A 48 passam por ela. Dentro da cidade, duas linhas de balsa ligam a Altstadt a Ehrenbreitstein e a Neuendorf, e há dois teleféricos até a fortaleza de Ehrenbreitstein.
O que fazer em Koblenz
- Deutsches Eck, a ponta de terra entre Mosela e Reno, onde em 1897 se ergueu uma estátua equestre do imperador Guilherme I.
- Fortaleza de Ehrenbreitstein, que domina o vale e é a única das fortificações prussianas quase totalmente preservada. Abriga o Museu Estadual de Koblenz. Pode-se subir de teleférico.
- Basílica de São Castor, a igreja mais antiga da cidade, construída entre 817 e 836, com construção românica bem conservada.
- Balduinbrücke, segunda ponte mais antiga ainda de pé sobre o Mosela, do século XIV.
- Palácio Eleitoral, construído entre 1777 e 1793 à beira do Reno, última residência dos príncipes-eleitores de Trier.
- Palácio de Stolzenfels, erguido no século XIII como castelo de pedágio, destruído pelos franceses em 1689 e reconstruído como palácio no século XIX por Frederico Guilherme IV da Prússia.
- A Altstadt, com as praças Jesuitenplatz e Joseph-Görres-Platz e os Vier Türme, quatro casas de esquina com torretas do século XVII.
A cidade tem museus como o Mittelrhein-Museum e o Rhein-Museum, dedicado à cultura e à navegação. Um roteiro simples é subir à fortaleza de teleférico e cruzar o rio de balsa na volta.
Onde se hospedar
A Altstadt, junto ao Deutsches Eck e ao rio, é a base natural: tem a basílica, as praças e as balsas. Ehrenbreitstein, do outro lado do Reno, fica embaixo da fortaleza. A Südliche Vorstadt, onde está a estação central, é prática para quem chega de trem.
Dicas práticas antes de ir
- Se quiser ver o Rhein in Flammen, escolha o segundo fim de semana de agosto.
- Combine a fortaleza e o Deutsches Eck no mesmo dia: os dois teleféricos e as balsas ligam as margens.
- Leve agasalho no outono e no inverno, quando o nevoeiro é frequente.
- Confira os horários das balsas e dos teleféricos antes de montar o roteiro.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda como parada de um dia no Reno, principalmente para quem ama fortaleza e confluência de rios. O Deutsches Eck, a fortaleza e a Altstadt bastam para uma tarde boa.




















