Antes de ir: documentos, seguro e chip para a Alemanha
Cochem é uma cidade da Renânia-Palatinado, na Alemanha, à margem do rio Mosela, a cerca de 83 m de altitude. É a sede do distrito de Cochem-Zell e a maior cidade dele, com perto de 5.300 habitantes. Vive do vinho e do turismo, e a imagem que todo mundo conhece é a da Reichsburg, o castelo no alto do morro, olhando para o vale. A cidade foi quase toda destruída em 1689, na Guerra dos Nove Anos, e depois reconstruída.
A melhor época para visitar Cochem
O passeio é de ar livre: castelo no morro, cadeira elevatória, calçadão à beira do rio e barco. Dia de tempo firme ajuda muito, então confira a previsão antes de fechar a data.
Como chegar a Cochem
A cidade está na linha ferroviária Coblença-Trier. Param ali trens regionais, regionais expressos e InterCity, além de um ICE por dia de manhã e um à noite, com ligação a Berlim. A linha passa pelo túnel Kaiser-Wilhelm, de 4,2 km, que foi o mais longo da Alemanha de 1877 a 1887. Há também alguns ônibus regionais. Os aeroportos mais próximos são o de Hahn, a 41 km, o de Colônia/Bonn, a 112 km, o de Luxemburgo, a 132 km, e o de Frankfurt, a 159 km.
O que fazer em Cochem
A Reichsburg foi mencionada pela primeira vez em 1130 e ocupada pelo rei Conrado III em 1151, que a declarou castelo imperial. Foi destruída em 1689 pelas tropas de Luís XIV e ficou em ruínas por muito tempo. Em 1868, um comerciante de Berlim, Louis Ravené, comprou o castelo e o reconstruiu em estilo neogótico. Desde 1978, é da cidade. Vale também a ruína do castelo Winneburg, do século XIII, nunca restaurada, e o mirante Pinnerkreuz, que se alcança de cadeira elevatória, com vista da cidade e do rio.
A cidade ainda tem um calçadão ao longo do Mosela, o histórico moinho de mostarda (Senfmühle) e partes das muralhas medievais, erguidas pouco depois de 1332, quando Cochem recebeu os direitos de cidade. O Civitatis vende um passeio de barco por Cochem, de 1 hora.
Uma curiosidade da Guerra Fria: em 1962 o Bundesbank construiu, em Cond, um bunker secreto a 30 m de profundidade, disfarçado por duas casas, para guardar 15 bilhões de marcos de reserva em cédulas.
Onde se hospedar
O centro antigo fica na margem esquerda do Mosela, com Sehl rio acima, enquanto Cond fica na margem direita. O centro histórico permite fazer tudo a pé, e quem quer tranquilidade pode olhar para Cond, do outro lado da ponte.
Gastronomia
O vinho é a base da economia local, embora haja menos de dez vinícolas de dedicação integral. O Mosela é, antes de tudo, lugar de vinho.
Dicas práticas antes de ir
- Reserve um dia inteiro para o castelo, a cadeira elevatória e o passeio de barco.
- Se vier de trem, confira os horários do ICE, que tem só uma ida e uma volta por dia.
- A estação de trem, de 1900-1902, é em si um edifício listado como patrimônio.
- Cochem é centro turístico da região vinícola do Mosela: combine a visita com uma degustação, se der.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda como parada de um dia, ou de uma noite, num roteiro pela Alemanha com Coblença e Trier. Cochem é pequena e bonita, e o castelo é o que justifica o desvio. Quem quer muitas atrações vai sentir falta.














