Joinville fica no norte de Santa Catarina, ao lado da baía da Babitonga, e é a cidade mais populosa do estado, com 616.317 habitantes no Censo de 2022, à frente de Florianópolis. Fica a 130 km de Curitiba, mais perto da capital paranaense do que da catarinense. A cidade nasceu como Colônia Dona Francisca, e o nome homenageia o príncipe de Joinville, que se casou com a princesa Francisca de Bragança em 1843. Quem fez a cidade crescer foram os imigrantes alemães, suíços e noruegueses.
Joinville tem fama de industrial, mas o que atrai visitante é outra coisa: dança, museus e arquitetura de imigração.
A melhor época para visitar Joinville
O clima é subtropical, e como a cidade fica a apenas 4 m de altitude, costuma ser mais quente do que o interior catarinense. Chove muito o ano inteiro, com mais frequência no verão, e houve enchentes graves em 2008 e 2011. Em dias de maré muito alta, o centro também alaga. Leve guarda-chuva em qualquer mês. O Festival de Dança de Joinville, considerado o maior do mundo no gênero, é o principal evento cultural, e a Festa das Flores acontece há 75 anos.
Como chegar a Joinville
O Aeroporto de Joinville (Lauro Carneiro de Loyola) fica a 13 km do centro, e tem voos diários para São Paulo (Congonhas, Guarulhos e Campinas) e Porto Alegre, por Gol, LATAM, Voepass e Azul. Outros aeroportos próximos: Navegantes (75 km), Curitiba (110 km) e Florianópolis (163 km). A rodoviária Harold Nielson fica na rua Paraíba, no bairro Anita Garibaldi, e a cidade tem terminais urbanos de ônibus.
O que fazer em Joinville
- Visitar o Museu Nacional de Imigração e Colonização, o mais famoso dos cinco museus da Fundação Cultural.
- Conhecer o Museu da Bicicleta (MuBi), com mais de 16 mil peças, único do gênero na América Latina.
- Ver o Museu de Arte de Joinville, instalado em uma das construções mais antigas da cidade, e o museu instalado na antiga casa do artista Fritz Alt, com peças dele.
- Ir ao Parque Municipal da Caieira, junto à baía, com mata atlântica, manguezal e um sambaqui preservado.
- Caminhar pelo centro e pelos bairros atrás das casas em enxaimel centenárias, e pelas velhas chaminés de fábrica.
Na Civitatis, há o tour por Joinville, o tour rural (nota 5 em 3 avaliações) e o tour da dança com museus. São poucos produtos, mas cobrem o que a cidade tem de mais característico.
Onde se hospedar
O centro é plano, o que facilita andar a pé, e concentra museus e comércio. A Rua Visconde de Taunay virou via gastronômica, com bares e restaurantes e movimento à noite.
Gastronomia
A culinária colonial, principalmente suíça e alemã, ainda se mantém: cachaça, melado, produtos coloniais. As confeitarias são conhecidas pelas tortas, cucas e apfelstrudel. Há também várias fábricas de chocolate caseiro.
Dicas práticas antes de ir
- Verifique o calendário do Festival de Dança com antecedência e reserve hospedagem cedo, já que é o maior evento da cidade.
- Leve capa de chuva, pois chove o ano todo.
- Reserve um dia só para os museus.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda para um fim de semana, principalmente para quem gosta de museus, de história da imigração e de dança. Não é destino de praia nem de natureza grandiosa, e a chuva frequente pede plano B. Como parada no caminho entre Curitiba e o litoral catarinense, funciona bem.
















