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O que fazer na Coreia do Sul

5 cidades e regiões para explorar

A Coreia do Sul ocupa a metade sul da península coreana, no Leste Asiático. Faz fronteira terrestre só com a Coreia do Norte, e é banhada pelo Mar Amarelo a oeste, pelo Mar do Japão a leste e pelo Estreito da Coreia ao sul. A capital e maior cidade é Seul, cuja área metropolitana é a segunda mais populosa do mundo, atrás da de Tóquio. O país tem cerca de três mil ilhas, montanhas em boa parte do território e uma das economias mais desenvolvidas do planeta. Para o viajante, o contraste entre uma capital ultramoderna e uma das civilizações mais antigas do mundo é o que define a viagem.

A melhor época para visitar a Coreia do Sul

O clima é continental. Os invernos podem ser muito frios, com mínimas perto de -20 °C no norte, e a costa sul é mais amena. A chuva se concentra de junho a setembro. No fim de junho e em julho vem o jangma, uma curta temporada de monção, e a costa sul fica sujeita a tufões com vento forte. Isso deixa a primavera e o outono como as épocas mais seguras para quem quer andar bastante.

Como chegar à Coreia do Sul

O maior aeroporto do país fica em Incheon e foi concluído em 2001. Gimpo, Busan e Jeju também têm voos internacionais. Dentro do país, a rede de transporte é avançada: há trem de alta velocidade (o KTX, entre Gyeongbu e Honam), rodovias, ônibus e balsas. Seul, Busan, Incheon, Daegu, Daejeon e Gwangju têm metrô próprio. A única fronteira terrestre é com a Coreia do Norte, então a entrada de quem vem do Brasil é por avião.

O que fazer na Coreia do Sul

  • Seul — capital e maior cidade do país. A cultura pop coreana, o hallyu (música, dramas e cinema), conquistou o mundo a partir dos anos 2000.
  • Ilha de Jeju — a maior ilha do país, a cerca de 100 km da costa sul. Abriga o Hallasan, vulcão extinto de 1.975 metros, o ponto mais alto da Coreia do Sul.
  • Gyeongju — capital do reino de Silla, que dominou a península depois de 676.
  • Parques nacionais — são cerca de vinte. Entre os sítios naturais populares entre turistas estão as plantações de chá de Boseong e o parque ecológico da baía de Suncheon.
  • Patrimônio Mundial — o país tem nove sítios classificados pela Unesco.
  • Cultura tradicional — o hanbok, traje típico, e espetáculos como o Nanta.

Para reservar antes, há o tour pela ilha de Jeju, a excursão à zona desmilitarizada (a com mais avaliações, mais de 180, nota 4,7), o tour completo por Seul com ingressos, a excursão a Gyeongju e o ingresso do observatório Seoul Sky. Em Busan há um tour privado e o ingresso do Busan X the SKY.

Onde se hospedar

Seul é a base mais óbvia, por concentrar os passeios e o transporte. Se o plano inclui Jeju ou Busan, vale dividir a estadia e usar o trem de alta velocidade ou o avião doméstico entre eles. Jeju Air e outras companhias oferecem voos nacionais mais baratos.

Gastronomia

Entre os pratos tradicionais mais consumidos estão o bulgogi (carne marinada e grelhada), o bibimbap e o galbi.

Dicas práticas antes de ir

  • Evite o fim de junho e julho, quando vem o jangma, se quiser passear sem chuva forte, sobretudo na costa sul.
  • No inverno, leve roupa muito quente, sobretudo se planeja ir ao norte do país.
  • Use o metrô nas grandes cidades e o trem de alta velocidade entre elas.
  • Para a zona desmilitarizada, reserve com antecedência.

O Visite o Mundo recomenda?

Recomenda, sem dúvida, para quem curte cidade grande, tecnologia e história ao mesmo tempo. Dá para montar uma viagem de dez dias entre Seul, Gyeongju e Jeju sem se perder. O clima pesa: escolha primavera ou outono e o país se mostra no melhor momento.

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Todos os destinos na Coreia do Sul