Quem SomosFAQEditorial
Paro, Butão — vista do destino

O que fazer em Paro

ButãoAtualizado em 2 de outubro de 20262 min de leitura
Passeios e ingressos

Atividades e passeios em Paro

em parceria com Civitatis

Nota e número de avaliações como aparecem na página de cada passeio na Civitatis

Paro é a cidade-sede do distrito de mesmo nome, no vale de Paro, no Butão, e um dos vales mais históricos do país. A cidade tem cerca de 20 mil habitantes, e a língua dominante é o dzongkha, o idioma nacional. Por esse vale passavam tanto as mercadorias quanto os invasores tibetanos que cruzavam o passo no alto do vale, o que deu a Paro a ligação cultural mais estreita com o Tibete entre os distritos butaneses. É a única cidade com mercado do distrito, em expansão por causa do turismo.

Melhor época para ir a Paro

O clima é de altitude subtropical, com inverno seco. O evento mais conhecido do calendário é o Tsechu de Paro, festival em homenagem ao mestre Padmasambhava, que acontece no vale em março ou abril. Em certos dias do calendário lunar butanês, o acesso ao mosteiro de Taktsang é reservado só a butaneses, e isso vale checar antes de montar o roteiro.

Como chegar

Paro tem o único aeroporto internacional do Butão. Ele tem uma única pista de asfalto, de 2.265 metros, e os aviões passam, na aproximação, ao lado de picos do Himalaia de mais de 5.500 metros. Por causa do ar rarefeito, só poucos pilotos têm certificação para pousar ali. É considerado um dos aeroportos comerciais mais difíceis do mundo.

O que fazer em Paro

O cartão-postal é o Paro Taktsang, o Ninho do Tigre, um mosteiro e eremitério budista pendurado num penhasco a 3.120 metros de altitude, uns 900 metros acima do vale e a cerca de 10 km da cidade. A tradição diz que Padmasambhava chegou ali voando nas costas de uma tigresa, vindo do Tibete. O complexo atual foi construído em 1692 em volta da caverna onde ele meditou, e a trilha até lá leva cerca de três horas só de ida. Um incêndio, em 1998, destruiu a construção principal, e a restauração terminou em 2005.

  • Rinpung Dzong, também chamado de Paro Dzong, a grande fortaleza-mosteiro que é o centro administrativo do distrito. Cenas do filme Pequeno Buda foram gravadas ali.
  • Kyichu Lhakhang, do século VII, um dos dois templos mais antigos do país.
  • Museu Nacional do Butão, onde se aprende sobre a cultura do país.
  • Drukgyel Dzong, no alto do vale, construído contra invasores tibetanos e em ruínas desde um incêndio nos anos 1950. Fica a cerca de 16 km da cidade.
  • Dungtse Lhakhang, templo do século XV, e a rua principal de Paro, com casas decoradas no estilo tradicional.

O distrito também inclui o norte do Parque Nacional Jigme Dorji, e o monte Jomolhari é um local sagrado, com uma caverna de meditação. Para circular pelo país, há os circuitos privados de 5, 6 e 8 dias pelo Butão.

Onde se hospedar

A cidade de Paro é o ponto de apoio no vale: concentra a rua principal e o mercado, e fica perto do Rinpung Dzong. O mosteiro de Taktsang está a uns 10 km.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Paro

Qual é a melhor época para visitar Paro?

O clima é de altitude subtropical, com inverno seco. O evento mais conhecido do calendário é o Tsechu de Paro, festival em homenagem ao mestre Padmasambhava, que acontece no vale em março ou abril.

Como chegar a Paro?

Paro tem o único aeroporto internacional do Butão. Ele tem uma única pista de asfalto, de 2.265 metros, e os aviões passam, na aproximação, ao lado de picos do Himalaia de mais de 5.500 metros. Por causa do ar rarefeito, só poucos pilotos têm certificação para pousar ali.

Onde se hospedar em Paro?

A cidade de Paro é o ponto de apoio no vale: concentra a rua principal e o mercado, e fica perto do Rinpung Dzong. O mosteiro de Taktsang está a uns 10 km.

O que fazer em Paro?

O cartão-postal é o Paro Taktsang, o Ninho do Tigre, um mosteiro e eremitério budista pendurado num penhasco a 3.120 metros de altitude, uns 900 metros acima do vale e a cerca de 10 km da cidade. A tradição diz que Padmasambhava chegou ali voando nas costas de uma tigresa, vindo do Tibete.