Antes de ir: documentos, seguro e chip para o México
Oaxaca de Juárez é a capital do estado de Oaxaca, no sul do México, nos Vales Centrais, a 1.550 metros de altitude e de 488 a 583 km a sudeste da Cidade do México, conforme a estrada. Tem pouco mais de meio milhão de habitantes e é o centro cultural do estado. A cidade foi fundada por guerreiros mexicas por volta de 1486, e o centro histórico, junto com a zona arqueológica de Monte Albán, é Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO desde 1987. É um destino de comida, mezcal, artesanato e festas, e fica longe do mar.
A melhor época para visitar Oaxaca
A temperatura média anual é de 20 °C. A estação seca vai de outubro a maio, com dias quentes e secos e noites frias, que chegam a 8 °C e, em janeiro, a 5 °C. Março é o mês de menos chuva. A estação chuvosa começa em maio e dura até o fim de setembro, com manhãs de sol e chuva rápida à tarde, e junho a setembro são os meses mais chuvosos. Abril e maio são os mais quentes. Quem quer festa escolhe a data: a Guelaguetza (a grande festa das danças regionais, também chamada Lunes del Cerro), a Noite dos Rabanetes, em 23 de dezembro, no Zócalo, e o Dia dos Mortos, em 1 e 2 de novembro, com altares, tapetes de areia e cemitérios iluminados.
Como chegar a Oaxaca
O Aeroporto Internacional de Xoxocotlán (OAX) fica a 8 km da cidade e tem voos para a Cidade do México, Guadalajara, Monterrey, Tijuana, Querétaro, Mérida, Cancún, Huatulco, Puerto Escondido e outras cidades, além de voos internacionais principalmente dos Estados Unidos. Por terra, a capital do país fica a cerca de 500 a 580 km, e há ônibus regulares.
O que fazer em Oaxaca
- Centro histórico: a catedral, cujas fundações começaram por volta de 1538, o Templo de Santo Domingo de Guzmán, de 1575, e o Zócalo.
- Monte Albán: a zona arqueológica a 10 km da cidade, sede do poder da região desde o Pré-Clássico até por volta do século IX.
- Museus: o Museu Rufino Tamayo e o Museu das Culturas de Oaxaca, com visitas guiadas.
- Artesanato: a cidade é famosa pelo barro preto, pela cerâmica vidrada, pelos têxteis e pela cestaria.
- Mercados: Benito Juárez, La Merced, Sánchez Pascuas e o Mercado de Artesanías.
Entre as atividades reservadas, o tour ao entardecer por Monte Albán (3 horas), o tour de mezcal por Santa Catarina Minas (7 horas), a excursão a Hierve el Agua e Teotitlán del Valle (8 horas) e o tour de street food (4 horas) são as que melhor resumem a cidade. Quem quiser cozinhar encontra ainda o almoço com oficina de cozinha mexicana (5h30).
Onde se hospedar
O centro histórico, em torno do Zócalo e da catedral, é o mais prático para andar a pé. A cidade é cercada por vales e serras, então quem tem carro também pode dormir em povoados do vale.
Gastronomia
Oaxaca combina cozinha indígena e europeia. O quesillo (queijo de fio), a tlayuda (tortilha grande, de mais de 40 cm, cozida em comal de barro) e o mole oaxaquenho, com mais de uma variante, são pratos clássicos. Também há os insetos, como os gusanos que acompanham o mezcal.
Dicas práticas antes de ir
- Leve agasalho: as noites são frias, mesmo em dias quentes.
- Na época da Guelaguetza e do Dia dos Mortos, reserve hospedagem com muita antecedência.
O Visite o Mundo recomenda?
Recomenda, sem hesitar. Oaxaca é das cidades mexicanas mais interessantes para quem gosta de comer e de artesanato, e os arredores (Monte Albán, Mitla, Hierve el Agua) rendem uma semana. Quatro dias é um bom mínimo. Quem só quer praia pode emendar com Puerto Escondido ou Huatulco, que também têm voo direto da cidade.























