Antes de ir: documentos, seguro e chip para os Estados Unidos
New Orleans fica no sudeste da Luisiana, ao sul do Lago Pontchartrain, às margens do rio Mississippi, a uns 160 km da foz no Golfo do México. É a cidade mais populosa do estado, com quase 384 mil moradores no censo de 2020, e foi fundada em 1718 por exploradores franceses. O nome homenageia o duque de Orléans, regente da França na época. Hoje a cidade é conhecida pela mistura de influências francesas, espanholas e afro-americanas, pela música e pela comida.
A cidade tem vários apelidos: The Crescent City, pelo formato da curva do rio, The Big Easy e The City that Care Forgot. O lema não oficial é Laissez les bons temps rouler, "deixe os bons tempos rolarem".
Melhor época para visitar New Orleans
O clima é subtropical, com invernos amenos e verões quentes e úmidos. Em janeiro, as máximas ficam em torno de 17 °C e as mínimas, de 7 °C. Em julho, as máximas médias chegam a 33 °C e as mínimas, a 24 °C. Chove cerca de 1.590 mm por ano. O Mardi Gras, o carnaval da cidade, reúne mais de um milhão de visitantes por ano. O Jazz Fest, festival de música que vai além do jazz e inclui artistas da própria Luisiana, atrai dezenas de milhares de turistas internacionais.
Como chegar a New Orleans
O aeroporto internacional Louis Armstrong fica a cerca de 15 km a oeste da cidade, em Kenner, com voos diretos para os Estados Unidos, o Canadá, a América Latina e o Caribe. A Amtrak opera três rotas a partir do terminal Union Passenger Terminal, com destinos como Nova York e Chicago. Na cidade, as três linhas de bonde da RTA são, além de transporte, uma atração, e há ônibus ligando a cidade aos subúrbios. Duas balsas cruzam o rio e são gratuitas para pedestres.
O que fazer em New Orleans
- Bairro Francês: a parte mais antiga da cidade vem dos tempos de domínio francês e espanhol. Tem a Bourbon Street, famosa pela vida noturna, a Jackson Square, a Catedral e o Mercado Francês, onde fica o Café du Monde, conhecido pelo café com leite. É ali também que está a Preservation Hall.
- Museus: no Bairro Francês há uma antiga Casa da Moeda dos Estados Unidos e um museu com materiais do Dia D. Fora dele, o Museu de Artes de Nova Orleans e o Museu Ogden de Arte Sulista.
- St. Charles Avenue: reúne as universidades Tulane e Loyola e várias mansões do século XIX.
- Audubon Park e Zoológico Audubon.
- Cemitérios: como boa parte da cidade fica abaixo do nível do mar, a maioria dos cemitérios tem túmulos acima do solo.
- Passeio de barco a vapor: o Natchez navega pelo Mississippi duas vezes por dia.
Passeios para fazer a partir da cidade
Para ver o que há além do centro, uma excursão à plantação Oak Alley leva cerca de 5h15, e o passeio de airboat pela reserva de Barataria dura 9 horas. À noite, há o tour noturno do jazz por New Orleans, de 2h30, numa cidade reconhecida pelo papel que músicos afro-americanos tiveram na formação do jazz. As áreas rurais próximas também são berço da música cajun e do zydeco.
Onde se hospedar
O Bairro Francês concentra hotéis, bares e casas noturnas, o que facilita o programa de quem quer música à noite. Quem prefere ficar longe da agitação da Bourbon Street pode olhar a região da St. Charles Avenue, onde estão as universidades e as mansões do século XIX.























